Governança

Quem
somos

2.
Mensagem
da Liderança

A estrutura de governança da Planejar é composta por três organismos (Conselho de Administração, Conselho de Normas Éticas e Conselho Fiscal), com membros eleitos e empossados em 2025, além de um Comitê Executivo, Comissões e Grupos de Trabalho que apoiam as atividades da associação.

Os órgãos estatutários atuam de forma integrada na definição de estratégias, na tomada de decisões e no estabelecimento de diretrizes, sempre com o propósito de fortalecer a atividade de planejamento financeiro no Brasil e promover a excelência da certificação CFP®.

Em 2025, foram realizados 6 encontros do Comitê Executivo, 6 do Conselho de Administração e 11 reuniões do Conselho de Normas Éticas. Já o Conselho Fiscal reúne-se ao final do ano-calendário, com o objetivo de auditar e validar as contas da associação.

Os membros dos Conselhos, incluindo parte do Conselho de Administração, são escolhidos por votação (a cada dois anos). Outra parte do Conselho de Administração é formada por membros indicados pela Anbima, associada sênior da Planejar. Já as Comissões são integradas por associados voluntários, que se organizam em torno de temas e objetivos específicos, contribuindo ativamente para o desenvolvimento e aprimoramento das iniciativas da entidade.

Além disso, Ana Leoni, CEO da Planejar, integra o Chief Executives Committee (CEC) do Financial Planning Standards Board (FPSB), reforçando a atuação alinhada da instituição às diretrizes globais para a área de planejamento financeiro.






Conselho de Administração

Conselho de Administração

“A Planejar é a casa do profissional CFP®.

Representá-lo, oferecer serviços e conteúdos de qualidade e garantir sua satisfação foi o nosso foco em 2025 e é o que queremos aprimorar nos próximos anos”.

Paulo Colaferro

Presidente do Conselho de Administração da Planejar


Planejar em 2024:
novos caminhos
para a comunidade de profissionais CFP®


Paulo Colaferro
Presidente do Conselho da Planejar


O papel do Conselho de Administração

Responsável por estabelecer as diretrizes estratégicas da Associação, o órgão assegura a implementação correta das normas e dos procedimentos internos. Em 2025, foi composto por 13 membros, sendo 6 eleitos pelos associados e 7 indicados pela Associada Sênior, a ANBIMA. Cabe a esse Conselho deliberar sobre iniciativas que envolvam custos para a entidade, aprovando ou rejeitando propostas. As decisões são tomadas por maioria simples de votos (mais de 50%).


Destaques de 2025

O ano de 2025 foi marcado por avanços consistentes em termos de transparência, eficiência, segurança institucional e fortalecimento da credibilidade da associação e da certificação.


Nesse contexto, o Conselho de Administração exerceu papel central na condução estratégica da Associação, definindo diretrizes, acompanhando a execução dos planos e assegurando o alinhamento das iniciativas aos objetivos institucionais. Sua atuação também se refletiu no monitoramento das práticas de governança e no fortalecimento dos mecanismos de controle e tomada de decisão.

Conselho de Normas Éticas

Em 2025, atuamos com foco na qualificação das análises, no rigor dos processos de apuração e na uniformidade das decisões, buscando garantir previsibilidade e segurança nos encaminhamentos. Esse trabalho contribui diretamente para a preservação da integridade e o fortalecimento da
credibilidade da certificação CFP®.”



Rodrigo Alvarez Vazquez, CFP®

Presidente do Conselho de Normas Éticas


Planejar em 2024:
novos caminhos
para a comunidade de profissionais CFP®


Paulo Colaferro
Presidente do Conselho da Planejar


O papel do Conselho de Normas Éticas

Este conselho analisa e interpreta as normas que regem as atividades dos associados, assegurando sua conformidade com os princípios estabelecidos no Código de Conduta e zelando por sua observância e integridade. Ele também é responsável por apurar e deliberar sobre eventuais infrações às normas éticas por parte dos profissionais CFP® e dos candidatos na trilha de certificação, identificadas por meio de denúncias que podem ser impetradas por qualquer pessoa da sociedade.


Destaques de 2025

Guiado pelo Código de Ética do profissional CFP®, o Conselho de Normas Éticas atuou de forma rigorosa na análise de condutas, recebendo 24 denúncias ao longo do período. Esse volume mobilizou o colegiado em 27 reuniões, somando mais de 29 horas de dedicação entre sessões ordinárias, encontros de grupos de trabalho e julgamentos, além da realização de oitivas com as partes envolvidas. 


As denúncias recebidas refletiram temas críticos para a integridade da profissão e a proteção da marca CFP®, como descumprimento de normas, plágio em planos financeiros, uso indevido da certificação, além de casos envolvendo fraude, favorecimento e conflitos de interesse. Também foram analisadas condutas em redes sociais e no atendimento em instituições financeiras.


Do total, 11 casos foram arquivados por falta de materialidade, quatro seguem em andamento e nove foram concluídos. Em cinco deles, houve regularização imediata após a intervenção da Planejar, sem necessidade de julgamento formal. Os outros quatro casos passaram por julgamento e resultaram em cartas de advertência privada, sendo que, em dois, houve também a suspensão do processo de certificação.


Entre as iniciativas institucionais, destacou-se a realização da PEC Anual de Ética, que abordou o tema “Propriedade Intelectual e Inteligência Artificial”, promovendo a reflexão sobre os desafios contemporâneos da prática profissional. Também foram incentivados debates para ampliar a conduta ética nas redes sociais, reforçando a importância desse valor  entre os profissionais CFP®.


Em maio, tomaram posse os conselheiros eleitos para o biênio e, em junho, foram definidos o presidente e o vice-presidente do Conselho de Normas Éticas: Rodrigo Alvarez Vazquez, CFP® e Marcela Regis de Augusto Púlice, CFP®.


Jurídico e Compliance

A área Jurídica e de Compliance da Planejar avançou no processo de consolidação e amadurecimento de práticas institucionais, contribuindo diretamente para o fortalecimento da credibilidade da certificação e da reputação da entidade.


O trabalho foi guiado pelo aculturamento das políticas corporativas reformuladas em 2024 e oficialmente aprovadas em janeiro de 2025. A partir daí, o foco esteve na aplicação prática dessas normas.


Os três exemplos abaixo ajudam a entender os efeitos concretos das mudanças:

1


Definição de mandatos e regras de renovação

Aplicável a conselhos e comissões, a medida trouxe maior previsibilidade, segurança jurídica e alternância saudável na governança.

2


Contratação de sistemas próprios para troca segura de informações

Voltada à comunicação entre voluntários, conselheiros e membros de comissões, a iniciativa fortaleceu os controles internos e proteção de dados da associação.

3


Auditoria baseada em riscos

Estruturada a partir da priorização de temas críticos (financeiros, jurídicos e de marca), a auditoria possibilitou uma atuação mais eficiente, com foco em prevenção e mitigação de riscos, permitindo ações inclusive ações preventivas.

Houve ainda um olhar abrangente sobre fornecedores e contratos, com revisão e organização dos instrumentos existentes, além da definição de regras uniformes para novos associados. 


As contas foram auditadas pela PwC e foi conduzido um levantamento dos últimos cinco anos sob a ótica de riscos financeiros, jurídicos, de marca e de governança, permitindo uma abordagem mais assertiva e baseada em priorização.


O resultado foi bastante satisfatório: na auditoria conduzida pelo FPSB, a Planejar não registrou apontamentos na dimensão de governança.


O relacionamento com o órgão global foi estreitado, tanto nas auditorias quanto em temas como proteção da marca e evolução no atendimento aos requisitos da certificação.


Integração jurídica e ganho de eficiência

Um movimento estratégico concluído em 2025 foi a internalização de processos jurídicos. Antes conduzidas majoritariamente por escritórios terceirizados, as demandas passaram a ser tratadas por equipe interna dedicada, o que gerou ganhos quantitativos e qualitativos, maior controle técnico e redução de custos. Esse olhar mais próximo também contribuiu para a diminuição do contencioso, hoje concentrado em um único processo.

Compõem o Conselho de Administração


Paulo Barbosa Lima Colaferro, CFP® e Presidente

 

Guilherme Wertheimer, CFP® e Vice-presidente


Antonio Francisco Maciel, CFP® e Conselheiro


Carlos Castro, CFP® Coordenador da Comissão de Embaixadores e Conselheiro


Christiano Clemente, CFP® e Conselheiro


Ednar Sacramento, CFP® e Conselheiro


Eduardo Forestieri, CFP® e Conselheiro


Josué Espindola, CFP® e Conselheiro


Juliana Laham, CFP® e Conselheira


Luciana Seabra Resende Castro Corrêa, CFP® e Conselheira


Marcelo Billi Bernado, Conselheiro


Rodrigo Bruno de Toledo Camargo, CFP® e Conselheiro


Vivien Aucar, CFP® e Conselheira

Compõem o Conselho de Normas Éticas


Rodrigo Alvarez Vazquez, CFP® e Presidente do Conselho de Normas Éticas


Marcela Regis de Augusto Púlice, CFP® e Vice-presidente do Conselho de Normas Éticas


Ana Paula de Sousa Marquito de Paiva, CFP® e Conselheira


Camila Hersbach Nagem de Moraes, CFP® e Conselheira


Fernanda Rodrigues de Oliveira, CFP® e Conselheira


Fernando Luiz Ely, CFP® e Conselheiro


Janaína da Silva Mocelin, CFP® e Conselheira


Marcia Valeria Scaramela, CFP® e Conselheira


Rodrigo Antunes, CFP® e Conselheiro