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Tecnologia, educação e compreensão do comportamento no futuro do planejador

Para fechar o Congresso, Alexandre Santille, CEO e co-fundador da Affero Lab; Pedro Guimarães, CFP®, sócio-fundador e CEO da FIDUC; Sérgio Mattar, CFP®,  executivo do Banco Santander; e o mediador Paulo Colaferro, CFP®, vice-presidente da Planejar, em um debate sobre o futuro da profissão de planejador financeiro.

Os painelistas abordaram a importância da tecnologia nesse sentido, seja para ajudar o profissional independente a monetizar a relação com o cliente, seja como meio de buscar conhecimento. Embora tenha sido indicado o papel positivo da tecnologia, o advento dos robot-advisors foi mais uma vez abordado como um risco para a atividade de planejador financeiro, no sentido de que estes possivelmente podem conquistar parte dos clientes. Há, entretanto, uma percepção por parte dos painelistas de que eles não substituirão a interação humana. O desafio, apontaram, é entender a tecnologia e como ela pode ajudar e complementar o trabalho do planejador.

Os especialistas também reforçaram a importância de compreender e colocar em prática a ciência comportamental, discutida no painel anterior. Eles ressaltaram a necessidade de utilizar ferramentas para analisar a vida e os anseios do cliente, sua visão e seu propósito, e não apenas recomendar produtos financeiros.