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Diversificação global, minimização de riscos?

Em destaque no mercado financeiro, diversificação global foi o tema discutido no terceiro painel do Congresso, por meio de um bate-papo entre Giuliano De Marchi, CFP® que atua no J.P. Morgan Asset Management, Eduardo Ventura, do Itaú, e Sylvio Castro, CFP® e CIO da plataforma de Private Banking da Credit Suisse Hedging-Griffo, e Carlos Takahashi, que, entre outras posições, é sócio da Monte Equity Partners, presidente da BRAiN – Brasil Investimentos e Negócios e Sênior Advisor da Blackrock no Brasil.

Atualmente, há 35 mil CPFs associados a investimentos globais no País. Para os painelistas, esse cenário ainda é incipiente e deve crescer nos próximos anos devido à queda dos juros e ao fim do rentismo. Foram apresentados os riscos tanto de investir quanto de não investir globalmente. Um deles, para quem opta por investimentos globais, está associado a frustrações com a experiência. Nesse sentido, foi apontado o papel fundamental do planejador financeiro na orientação do cliente.

Outro aspecto de relevância para os painelistas é a educação. Investimentos globais são complexos e requerem preparação. Somente com ela será possível manter o crescimento desse tipo de aplicação que, bem-feita, pode minimizar os riscos relacionados à instabilidade política e econômica do Brasil.

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